O problema não é vender online. É o depois.
Colocar uma loja no ar nunca foi tão simples. O problema aparece na segunda semana, quando alguém da equipe começa a redigitar no ERP os pedidos que chegaram pelo site.
A partir daí, tudo o que era vantagem vira custo: o estoque do site atrasa em relação ao real, o preço da tabela do cliente não é o preço que ele viu, e o faturamento depende de alguém conferir duas telas ao mesmo tempo. É o que acontece quando o ecommerce vira uma operação paralela ao ERP em vez de uma extensão dele.
O que precisa conversar entre a loja e o Sankhya
Antes de discutir tecnologia, vale mapear quais informações precisam circular. Em praticamente toda operação, são cinco:
- Produtos e categorias — o catálogo do site deve nascer do cadastro do ERP, não de uma planilha exportada de vez em quando.
- Preços e regras comerciais — tabela por cliente, desconto por volume e condição de pagamento precisam valer igual nos dois lugares.
- Estoque — a disponibilidade mostrada ao cliente tem que refletir o saldo real, senão você vende o que não tem.
- Clientes — quem já é cliente não deveria se recadastrar, e o histórico dele precisa continuar valendo.
- Pedidos — o pedido do site tem que entrar no fluxo normal de separação, faturamento e entrega.
B2B e B2C não são o mesmo problema
Uma confusão comum é tratar venda para empresa e venda para consumidor final como a mesma jornada. Não são.
No B2C, o cliente é anônimo até comprar, o preço é público e o pagamento normalmente é cartão ou Pix. No B2B, o comprador tem tabela própria, prazo negociado, limite de crédito e às vezes um vendedor acompanhando o pedido. Se o mesmo canal precisa atender os dois, ele tem que saber quem está do outro lado antes de mostrar preço.
É por isso que integrações genéricas costumam funcionar bem no B2C e quebrar no B2B: elas não têm de onde tirar a regra comercial que já existe no ERP.
Três abordagens possíveis
1. Plataforma pronta com conector
Rápido de subir e barato no começo. O limite aparece quando sua regra comercial não cabe no conector: geralmente a saída é adaptar o processo da empresa ao que a ferramenta aceita.
2. Integração por arquivo ou sincronização periódica
Funciona, mas trabalha com defasagem. Se o estoque sincroniza de hora em hora, você tem uma janela de uma hora para vender o que já acabou.
3. Canal digital conectado ao ERP
A loja não mantém base própria: ela lê e escreve na estrutura que já existe no ERP. Exige mais no começo e entrega uma operação só, sem conciliação.
Como avaliar antes de decidir
Quatro perguntas ajudam mais que qualquer comparativo de funcionalidades:
- Se eu mudar um preço no ERP agora, em quanto tempo o site mostra o novo valor?
- Um pedido do site precisa que alguém digite alguma coisa para virar pedido no ERP?
- O cliente B2B vê a tabela dele ou a tabela geral?
- Quando o estoque zera, o site descobre em quanto tempo?
Se alguma resposta envolver trabalho manual recorrente, esse é o custo escondido da integração — e ele cresce com o volume de vendas.
O caminho que a Loop segue
O Loop Ecommerce trabalha sobre a estrutura que já existe no Sankhya: catálogo de produtos e categorias, preços e regras comerciais, disponibilidade de estoque e o contexto dos clientes vêm do próprio ERP.
A experiência reúne duas jornadas: a venda assistida pelo vendedor na versão web e a compra mobile para o cliente, com checkout integrado. A loja também pode ser personalizada com a identidade visual da empresa.